Pular para o conteúdo principal

Biografia completa

Sou uma vendedora de palavras. Escrevo livros — meus e dos outros, como ghostwriter.

Tania Carvalho com seus livros publicados

Sempre brinquei que o jornalista é um camelô de letras. Depois de muitos anos de experiência tenho certeza de que sou exatamente isso: uma vendedora de palavras. A quem interessar possa, escrevo livros – meus e dos outros, como ghostwriter – e, se necessário for, cartas de amor, memorandos, bulas de remédio. Tudo ligado à palavra me interessa, me intriga e me satisfaz.

Jornalista desde a década de 70 do milênio passado, comecei na revista Manchete. Em 1974 ganhei até prêmio: o Rondon de Jornalismo por uma reportagem realizada na Amazônia com jovens estudantes cariocas realizando trabalho voluntário na região. Trabalhei ainda, nestas quatro décadas, nas mais diversas publicações: Última Hora, Revista do Rock, Mais, Cláudia, Desfile e Criativa, sempre fazendo “perfis”, grandes entrevistas com personalidades das artes, o que se tornou minha maior especialidade. No Boletim de Programação da Rede Globo, onde fiquei por 14 anos, os perfis foram também a grande tônica do meu trabalho. Os livros surgiram por acaso na minha vida e se tornaram a minha grande paixão nos últimos anos. Veja lá em LIVROS um pouco da história de cada um deles.

O que é ser Ghost Writer?

Um ghostwriter é aquele que escreve o livro que você sempre sonhou escrever, não assina e desaparece como um fantasma após o processo. A função do ghostwriter é pesquisar, entrevistar, recolher arquivos, papéis esparsos, enfim toda a memorabilia sobre o assunto e, especialmente, OUVIR o que o autor, porque as ideias, o jeito de se comunicar, os maneirismos são daquele que assina o livro. O mercado editorial a cada ano abre mais as suas portas para livros de grandes empresários, que contam seus casos de sucesso; artistas famosos que assinam suas biografias; políticos que encontram outro veículo para suas plataformas eleitorais. É nesse momento que entra em cena o ghostwriter, aquele que transforma em livro os pensamentos dos outros. E depois some, como um bom fantasma.

Como me tornei Ghost Writer?

Depois dos livros da Coleção Aplauso, o tal mercado me descobriu. Comecei a receber convites das editoras para ser a escritora fantasma de muitas personalidades – de cantoras gospel a empresários de sucesso. Quais? Isso não posso contar. É segredo. Poderia dizer que escrevi 100 livros, mas prefiro ser honesta e dizer que foram três dezenas, pelo menos por enquanto. E pretendo seguir vendendo palavras. As minhas e as suas.

PS: Poderia seguir infinitamente com esta biografia, porque trabalhei na gravadora cultural Discos Marcus Pereira: produzi dois congressos de dança; fui debatedora do programa Sem Censura por mais de 3 anos: dou cursos e palestras sobre ghostwriter; faço mediação de debates e fiz roteiro e produzi um curta-metragem, O Brasil de Pero Vaz caminha. Se você teve paciência até agora, siga pelo site e vai encontrar mais sobre mim.

Entre em contato e saiba mais sobre Ghost Writer

Clique no botão e envie uma mensagem pelo WhatsApp. Vamos conversar sobre o seu projeto.

Quero escrever um livro.
Quero escrever um livro.